terça-feira, 27 de maio de 2014

FLORES DE MURTA


A murta (Myrtus communis), repleta de botões, começou já a florir. Este arbusto autóctone, muito desejado nos Jardins do Xisto, é praticamente inexistente nas redondezas. O sítio mais próximo em que é ainda abundante, tanto quanto sabemos, é a Serra de Sarzedas, a cerca de 5 quilómetros da Silveira dos Limões, e foi das encostas desta serra que se transplantaram vários pés de murta, alguns dos quais vingaram e estão agora bem adaptados e robustos. 

Voltaremos aqui a falar da murta, das propriedades medicinais e condimentares que lhe são reconhecidas, pelo menos desde os tempos de Afrodite, deusa grega do amor. Para já, ficamos com a beleza discreta das suas primeiras flores deste ano. 


> Xisto | Banco de Imagens da Silveira (BIS)
Murta dos Jardins do Xisto, 
Silveira dos Limões, Maio 2014
fotografia digital
©  CRO|XISTO|BIS|JX(RO)

quinta-feira, 22 de maio de 2014

FIGUEIRA



Outra fotografia da figueira (Ficus carica), tirada dois meses depois da anterior, que registava figos temporãos. Entretanto, esta figueira transformou-se rapidamente numa jovem árvore de grandes e robustas folhas, agora com novos e numerosos filhotes. Alguns dos tais figos precoces definharam e acabaram por cair, mas quatro deles continuam sólidos. Até quando? 

(Continuaremos a seguir a "saga dos temporãos sobreviventes").


> Xisto | Banco de Imagens da Silveira (BIS)
Figueira do Terreiro da Saudade,  
Jardins do Xisto, Silveira dos Limões, Maio 2014
fotografia digital
©  CRO|XISTO|BIS|JX(RO)

CAÇA-TOUPEIRAS


Onde quer que haja horta ou jardim, a cava-terra ou toupeira (Taipa occidentalis), é bicho indesejado. Nas últimas semanas as toupeiras invadiram em força todos os canteiros do patamar inferior dos Jardins do Xisto. O que fazer? Nada. Afinal estes mamíferos insectívoros podem ser mais úteis do que prejudiciais. Ao perfurar o solo para construir uma complexa rede subterrânea de túneis e galerias alimentam-se de larvas e insectos nocivos. 
Por enquanto, o prejuízo mais evidente da presença de toupeiras nos Jardins do Xisto, dadas as características do terreno em socalcos, diz respeito ao desperdício da água das regas, que vemos esvair-se a vários metros de distância dos canteiros. 

"O principal predador da toupeira acaba por ser o homem, que vê nela uma praga, responsável pelo desenraizamento de plantas e deslocamento de raízes. De facto, enquanto constrói galerias, a toupeira vai revolvendo a terra, causando algum prejuízo a agricultores e jardineiros. No entanto, a sua presença tem também um lado positivo, visto ser uma grande consumidora de animais prejudiciais a muitas plantas de cultivo e oxigenar o solo através da sua actividade escavadora". (v. link)

Este invulgar artefacto de cerâmica popular, uma armadilha para caçar toupeiras, tem a particularidade de integrar factores mágicos/fálicos do mundo rural, sendo representativo do imaginário fantasioso dos barristas de Ribolhos.


> Xisto | Etnografia 
Caça-toupeiras, déc. 1980
Cerâmica, barro negro de Ribolhos (Castro d'Aire) 
©  CRO|XISTO|ET.

terça-feira, 20 de maio de 2014

SARGAÇO



Por estas paragens da Beira Baixa chamam-lhe simplesmente sargaço, mas devido à coloração verde-esbranquiçada da sua folhagem é também conhecido por sargaço-branco ou mato-branco. Trata-se da espécie autóctone Halimium ocymoides, que pertence à mesma família das estevas (Cistaceae).

Embora em perigo de extinção, a verdade é que este ano já nasceram espontâneamente vários sargaços nos Jardins do Xisto, decerto devido à propagação das suas sementes num território onde se sentem protegidos. Todos estão a florir nesta altura do ano. 


> Xisto | Banco de Imagens da Silveira (BIS)
Sargaço do Terreiro da Saudade,  
Jardins do Xisto, Silveira dos Limões, Maio 2014
fotografia digital
©  CRO|XISTO|BIS|JX(RO)

segunda-feira, 19 de maio de 2014

AMARILIS



Este fim de semana floriu nos Jardins do Xisto a primeira amarilis, também conhecida por açucenaAs designações científicas Amaryllis belladonna ou Hippeastrum, respectivamente atribuídas a espécies originárias da África do Sul e da América tropical, dividem botânicos e especialistas em jardinagem, dadas as fortes semelhanças que apresentam. Os produtores e comerciantes destas espécies resolveram o problema atribuindo a qualquer delas o nome genérico amarilis. E nós seguimos o exemplo.


> Xisto | Banco de Imagens da Silveira (BIS)
Amarilis híbrida dos Jardins do Xisto,  
Silveira dos Limões, Maio 2014
fotografia digital
©  CRO|XISTO|BIS|JX(RO)

terça-feira, 13 de maio de 2014

É PRECISO PARTIR




>
 É preciso partir. É preciso ficar. 


> Leituras num banco de jardim | Citação 6 
Eugénio de Andrade (1923-2005), Portugal
in As palavras interditas, 1951


> Xisto | Banco de Imagens da Silveira (BIS)
Azálea junto ao muro do pátio, Silveira dos Limões, Abril 2014
fotografia digital
©  CRO|XISTO|BIS|JX(RO)

segunda-feira, 12 de maio de 2014

ALELOPATIA? (III)



As hortensias (Hydrangea macrophyllaapreciam humidade constante no solo e alguma protecção do sol directo. Por isso foram recentemente plantadas junto de estevas e carquejas, para que estas autóctones tão resistentes possam facultar-lhes um pouco de sombra. Veremos se as hortensias irão sobreviver aos dias extremamente secos e às altas temperaturas do Verão. 

Acredita-se que este tipo de combinações pode contribuir para que a nossa flora autóctone 
seja valorizada. E deseja-se que a esteva possa vir a ser mais utilizada na jardinagem portuguesa, a exemplo do que já acontece noutros países, que a importam como exótica.

Quanto a possíveis aplicações da esteva para fins medicinais ou no campo da perfumaria, raramente exploradas em Portugal, transcrevemos a informação de J. L. Laia na caixa de comentários
"A esteva exsuda uma resina, designada por lábdano, que pode ser colhida quer por destilação quer por extracção com solventes. Os produtos assim obtidos são particularmente apreciados pelo seu odor balsâmico. Dos produtos sintetizados pelas plantas, os óleos essenciais estão entre os mais valiosos e de grande aplicabilidade comercial, incluindo a terapia farmacológica.
Quem sabe se, em breve, ao contrário das preocupações da crónica 'Abaixo as estevas', publicada no (jornal) Reconquista da década de sessenta do século passado, passaremos a olhar para a esteva com outros olhos, como recurso endógeno."


> Xisto | Banco de Imagens da Silveira (BIS)
Hortensias e estevas em flor no terreiro da Saudade,
Jardins do Xisto, Silveira dos Limões, Abril 2014
fotografia digital
©  CRO|XISTO|BIS|JX(RO)

quinta-feira, 8 de maio de 2014

ALELOPATIA? (II)



Estevas em flor misturadas com sardinheiras rubras não são coisa frequente em jardins portu-gueses, e no entanto parece-nos perfeito o convívio entre estas duas espécies, a autóctone Cistus ladanifer e a alóctone Pelargonium. 

Além do interesse paisagístico das estevas e do valor ornamental que as suas efémeras e frágeis flores conferem aos jardins no início da primavera, há que lembrar também o uso medicinal desta planta, reconhecida desde a Antiguidade pelas suas propriedades sedativas. 

No século XVI, o célebre Amato Lusitano, pseudónimo de João Rodrigues de Castelo Branco (1511-1568), empregava o óleo de esteva como unguento. Nascido em Castelo Branco mas expulso de Portugal devido às suas origens judaicas, esta grande figura da história da medicina europeia do Renascimento, fez justiça à natureza da sua terra. 


> Xisto|Banco de Imagens da Silveira (BIS)
Sardinheiras e estevas em flor no Terreiro da Saudade,
Jardins do Xisto, Silveira dos Limões, Abril 2014
fotografia digital
©  CRO|XISTO|BIS|JX(RO)

ALELOPATIA? (I)


A esteva (Cistus ladanifer), muito abundante na Beira Baixa, reúne como nenhuma outra espécie da flora autóctone o desprezo geral das populações. É difícil compreender porquê. 

Visitantes dos jardins perguntam com frequência porque não são arrancadas as estevas dos canteiros. Devolvendo a pergunta, ouve-se invariavelmente dizer: que alastram, que secam o terreno, que são feias, que são pegajosas, que cheiram mal...

De facto, até em artigos especializados, por vezes atribuíem-se às estevas propriedades inibidoras do desenvolvimento de outras espécies. Sobre este fenómeno, designado alelopatia, só podemos referir a experiência nos Jardins do Xisto, onde são uma das espécies predominantes e gozam de total protecção. Aqui cresce robusto um cipreste dourado (Cupressus macrocarpa "goldcrest") rodeado de estevas em flor. O cipreste não se queixa.


> Xisto|Banco de Imagens da Silveira (BIS)
Cipreste dourado e estevas em flor nos Jardins do Xisto, 
Silveira dos Limões, Primavera 2013
fotografia digital
©  CRO|XISTO|BIS|JX(RO)

terça-feira, 6 de maio de 2014

FLORES DE LARANJEIRA




A laranjeira do pátio (Citrus aurantium) encheu-se de flores perfumadas e o chão cobriu-se de um tapete de pétalas. Para recolher estas delicadas flores, utilizadas na medicina tradicional sobretudo contra espasmos musculares e distúrbios do sono, deve estender-se sob a laranjeira um lençol ou outra peça grande de tecido. Neste caso, foi utilizado um antigo panal de linho há muito guardado numa arca, produzido em tear manual no tempo em que se trabalhava o linho na Silveira dos Limões

"Como acontece com todas as plantas medicinais, a utilização do chá de flor de laranjeira não deve ser feita com a convicção de que por ser natural não acarreta perigos para a saúde. De facto e se por si só, uma infusão desta planta não apresenta perigos de maior, a sua toma em conjunto com medicamentos alopáticos (aqueles que se compram nas farmácias), tais como ansiolíticos e antidepressivos, pode potenciar a acção destes, resultando daí uma exacerbação dos efeitos adversos que os acompanham.
Mais ainda, esta infusão deve ser tomada no recolhimento do lar pouco antes de dormir, pois o seu efeito relaxante e calmante conjugado por exemplo, com a monotonia da condução de um veículo à noite, aumenta consideravelmente o risco de ocorrência de sinistros. 
Por fim, não esquecer que a preparação da infusão consiste em aquecer água até à sua fervura, deitá-la sobre as flores, manter em contacto 3-4 minutos e que em nenhum caso deve a planta ser fervida conjuntamente com a água, uma vez que as temperaturas demasiado elevadas destroem os compostos que conferem as propriedades farmacológicas das flores." (v. link)


> Xisto|Banco de Imagens da Silveira (BIS)
 Bandeja com flores de laranjeira,
Recolha de flores de laranjeira em panal de linho,
Silveira dos Limões, Abril 2011
fotografias digitais
©  CRO|XISTO|BIS|JX(RO)

segunda-feira, 5 de maio de 2014

BANHO DE COR





Com o calor entram em euforia as chorinas (Lampranthus sp.). As suas flores fecham-se durante a noite, para abrir de novo radiosas em pleno sol, nos meses de Maio a Agosto. Tal como os chorões (Carpobrutus edulis), com os quais se assemelham numa escala menor, estas pequenas carnudas são originárias da África do Sul e estão bem adaptadas ao território português.

Nos Jardins do Xisto existem chorinas de várias cores. Neste canteiro foram plantadas duas tonalidades de vermelho brilhante (magenta e vermelhão), e o resultado cromático é estonteante.


> Xisto|Banco de Imagens da Silveira (BIS)
 Chorinas dos Jardins do Xisto, 
Silveira dos Limões, Maio 2014
fotografia digital
©  CRO|XISTO|BIS|JX(RO)

quinta-feira, 1 de maio de 2014

QUE MORRO POR MEU PAÍS


Pergunto ao vento que passa
Notícias do meu país
O vento cala a desgraça
O vento nada me diz

Pergunto aos rios que levam
Tanto sonho à flor das águas 
Os rios não me sossegam
Levam sonhos deixam mágoas

Levam sonhos deixam mágoas
Ai rios do meu país 
Minha pátria à flor das águas
P'ra onde vais ninguém diz

Se o verde trevo desfolhas
Pede notícias e diz
Ao trevo de quatro folhas
Que morro por meu país.




Trova do vento que passa
Poema: Manuel Alegre | Música: Alain Oulman
Voz: Amália Rodrigues 
in "Com Que Voz", Março 1969


Xisto | Brinquedos tradicionais 
"Pião patriótico", déc. 1970
madeira pintada, cordel, metal
©  CRO|XISTO|BT

TRABALHO



Entre as várias categorias do trabalho podem destacar-se três grandes grupos: o trabalho profissional, feito para a subsistência dos indivíduos, implicando remuneração ou lucro; o trabalho artístico, feito com criatividade para alimento do espírito, implicando ou não remuneração; e o trabalho de voluntariado, feito desinteressadamente para benefício da comunidade, implicando dádiva. 

Em Portugal, país de "quintais" em que tanto se despreza o espaço público, o trabalho de voluntariado (a que muitos chamam "carolice") é frequentemente incompreendido, senão mesmo olhado com desdém. Há que mudar, sobretudo no interior do país, para que as aldeias sobrevivam à actual população que nelas vive.


> Xisto|Banco de Imagens da Silveira (BIS)
Trabalhos de manutenção no patamar central dos Jardins do Xisto,  
Silveira dos Limões, Março 2014
fotografia digital
©  CRO|XISTO|BIS|JX(RO)

quarta-feira, 30 de abril de 2014

AUTÓCTONES E EXÓTICAS




O convívio entre espécies autóctones e espécies exóticas é uma constante nos Jardins do Xisto. Não há um único canteiro que escape a esta mistura intencional, sendo portanto um elemento identitário destes jardins.

Na imagem, sobressaem os tufos da giesta amarela (Cytisus striatus), arbusto espontâneo muito comum nesta zona da Beira Baixa, e da fotínia (Photinia fraseri), arbusto ou pequena árvore de flores brancas, originária da Ásia, ambas coincidindo no período de floração plena

A ideia de legendagem da fotografia foi "roubada" do nosso aliado Jardim Autóctone.


> Xisto|Banco de Imagens da Silveira (BIS)
Jardins do Xisto (com legendas),  
Silveira dos Limões, Abril 2014
fotografia digital
©  CRO|XISTO|BIS|JX(RO)

GIESTA AMARELA




A giesta-das-serras (Cytisus striatusé uma das espécies autóctones existente nos Jardins do Xisto. Ao contrário da giesta branca (Cytisus multiflorus), esta variante amarela tão frequente em Portugal, é pouco utilizada em jardinagem, possivelmente devido ao odor acre da sua floração. No entanto, é inegável o seu valor ecológico e paisagístico.


> Xisto|Banco de Imagens da Silveira (BIS)
Giesta amarela dos Jardins do Xisto,  
Silveira dos Limões, Abril 2014
fotografia digital
©  CRO|XISTO|BIS|JX(RO)

segunda-feira, 28 de abril de 2014

TERREIRO DA SAUDADE





Patamar superior dos Jardins, e também ponto mais elevado da Silveira dos Limões, o Terreiro da Saudade ladeia o caminho público de saída da aldeia em direcção aos pinhais. Em tempos idos, este era um local de encontro em família, nas noites de Verão, antes das despedidas. A designação ficou.

No essencial, o trabalho paisagístico aqui realizado procura recuperar a dimensão simbólica e a tradição deste pequeno planalto. Foi mantida uma zona densa de flora autóctone, em que predominam estevas e carquejas, no seguimento de um grupo de pinheiros bravos de grande porte, tendo sido também introduzidas novas espécies, incluindo algumas exóticas. A zona central, que sempre caracterizou o "terreiro", foi limpa de matos e nivelada a partir de uma sequência de três degraus, construídos em terra batida, com espelhos em chapa de ferro. 


> Xisto|Banco de Imagens da Silveira (BIS)
Terreiro da Saudade,  
Silveira dos Limões, Abril 2014
fotografia digital
©  CRO|XISTO|BIS|JX(RO)


FLORA AUTÓCTONE E NATURALIZADA > TERREIRO DA SAUDADE  [em actualização] 
| alecrim Rosmarinus officinalis / R. prostatusarruda Ruta graveolens artemísia Arthemisia vulgaris carqueja Pterospartum tridentata | chorão Carpobrutus edulis | coroa-de-rei Helichrysum stoechas | coucello Umbilicus rupestris erva-das-lamparinas/marroio Ballota hirsuta erva-caril Helichrysum angustifolium italicum | erva-cidreira Melissa officinalis |erva-pinheira Sedum sediforme esteva Cistus ladanifer | feto-dos-bosques Pteridium aquilinum | feto polipódio Polypodium viulgare figueira Ficus carica | funcho Fueniculum vulgare junco Juncus efesus loendro/cevadilha, Nerium oleander | loureiro Laurus nobilis medronheiro Arbutus unedo | oliveira Olea europea pampilho Chrysanthemum segetum | pilriteiro Crataegus monogyna | pinheiro-bravo Pinus pinaster pinheiro-manso Pinus pinea | roselha Cistus crispus | rosmaninho Lavandula stoechas | sargaço Halymium ocymoides |sedum Sedum proinatum | tapete inglês Polygonum capitatum | tojo Ulex europaeus | tomilho Thymus mastichina | urze Calluna vulgaris

FLORA ALÓCTONE OU EXÓTICA > TERREIRO DA SAUDADE  [em actualização] 
| abeto anão Picea glauca conica | ajuga Ajuga reptens | aloés Aloe vera | amarilis Amarylis belladonnacipreste-de-Florença Cupressus strictaconteira Canna indica cravo túnico Tagetes erecta | craveiro Dianthus caryophyllus despedidas-do-verão Aster amelushortência Hidrangea macrophylla | ixia (rosa/laranja) Ixia sp.limoeiro Citrus limon / Citrus "medica variegata" | magnólia Magnolia grandiflora | palmeira Phoenix canariensispimenteira-bastarda Schinus molle piteira Agave americana/A. americana marginata | rosa carnuda Echeveria eleganssardinheira Plargonium zonale 

sábado, 26 de abril de 2014

MONTE GORDO NOS JARDINS




Uma onda verde invadiu esta manhã os Jardins do Xisto. Mais de meia centena de pessoas passaram na Silveira dos Limões em caminhada pedestre, organizada pela Associação Amigos de Monte Gordo (Santo André das Tojeiras). À sua chegada improvisou-se uma recepção com bolinhos e jeropiga, e os jardins tornaram-se local de convívio de uma pequena multidão.











> Xisto|Banco de Imagens da Silveira (BIS)
> Xisto|Banco de Imagens da Silveira (BIS)
Associação Amigos de Monte Gordo nos Jardins do Xisto, 
Silveira dos Limões, 26 Abril 2014
fotografias digitais
©  CRO|XISTO|BIS|JX(RO)

quinta-feira, 24 de abril de 2014

JARDINS DE ABRIL



> 40 anos da Revolução dos Cravos

Um projecto cuja face mais visível são os Jardins do Xisto não podia ignorar uma revolução que tem nome de flor, e deixar-se invadir pelo símbolo. 


> Xisto|Banco de Imagens da Silveira (BIS)
Jardins do Xisto em Abril, 
Silveira dos Limões, Abril 2014
fotografia e colagem digitais
©  CRO|XISTO|BIS|JX(RO)