Foi em tempos elemento de suporte do telhado de um desaparecido palheiro, contíguo ao forno comunitário, tendo sido daqui retirado no final da década de 1990. Trata-se de um pilar de xisto com mais de dois metros e meio de altura que, no passado dia 11 de Outubro, foi reerguido "in situ", com a ajuda de habitantes da Silveira dos Limões.
Na reorganização e arranjo da pequena Praça da República, esta peça vertical de xisto, finalmente devolvida ao centro da aldeia, adquire agora uma presença quase escultórica, assumindo discretamente a condição simbólica de objecto de identidade e memória.